22 de fevereiro de 2018

Richa manda afastar servidores investigados na Lava Jato

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Segundo o governador, a Controladoria Geral do Estado fará uma ampla auditoria nos contratos de concessão de rodovias celebrados pelo Departamento de Estradas de Rodagens e também sobre os aditivos que foram assinados com as concessionárias do Anel de Integração

O governador Beto Richa (PSDB) mandou afastar os dois servidores estaduais investigados na Operação Integração deflagrada hoje, pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal. Foram afastados das funções o advogado Carlos Felisberto Nasser, lotado na Casa Civil, e o engenheiro Nelson Leal Junior, diretor do DER.

“No Paraná, não varremos nada para debaixo do tapete. Eu determinei a Controladoria Geral do Estado que instaure um processo para investigação e esclarecimento destes fatos, possíveis irregularidades e mandei afastar imediatamente os servidores investigados nesta operação”, disse Richa.

Sobre o servidor da Casa Civil, Richa explicou que Carlos Nasser não tem qualquer ligação com o seu gabinete. “Ele nunca foi meu assessor direto e participou de vários governos anteriores. Ele é um servidor de terceiro escalão, não tem ligação alguma com o meu gabinete e está sendo investigado por uma relação pessoal dele com a empresa que tem a concessão de pedágio”, disse.

“É bom esclarecer que os procuradores da República, por várias vezes indagados pela imprensa, afirmaram que não há qualquer investigação em relação a minha pessoa”, completou.

Segundo Richa, a Controladoria Geral do Estado fará uma ampla auditoria nos contratos de concessão de rodovias celebrados pelo Departamento de Estradas de Rodagens e também sobre os aditivos que foram assinados com as concessionárias do Anel de Integração. O prazo para a realização do trabalho é de 90 dias.

Richa determinou que a Controladoria deve elaborar um relatório sobre os procedimentos e apurações realizadas, além de sugerir o aprimoramento das rotinas e práticas administrativas do DER caso considera necessário. Ele reforça que se for constatado indício de irregularidade na gestão dos contratos serão instauradas sindicâncias ou processos administrativos para apuração de responsabilidade. (Com assessoria)


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