11 de janeiro de 2020

Hospital Universitário realizou mais de 5.300 cirurgias em 2019

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Melhorias na estrutura do Bloco Cirúrgico permitiram a ampliação dos atendimentos em 13,16% com relação a 2018.

O Centro Cirúrgico do Hospital Universitário da UEPG realizou, durante o ano de 2019, 5.382 procedimentos cirúrgicos. Esse número aumentou 13,16% com relação à quantidade de cirurgias realizadas em 2018 (4.756 cirurgias).

Como conta a chefe do Centro Cirúrgico, a enfermeira Caroline Simionato Zander, esse aumento tem sido progressivo nos últimos anos. Em 2011, foram realizadas 687 cirurgias, o que representa um aumento acumulado nos últimos 8 anos de 683,4% no número de procedimentos. São, em média, 4.700 pacientes a mais que passam por procedimentos cirúrgicos por ano.

O reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto, enfatiza a importância dos serviços prestados pela universidade para a comunidade de Ponta Grossa e da região. “Queremos deixar como marca desta administração da UEPG o aumento crescente da eficiência, tanto administrativa quanto política, e de nossa responsabilidade social, marcando positivamente a vida da comunidade de uma maneira que só uma instituição pública de ensino superior, que faz a gestão do maior hospital dos Campos Gerais, tem condições de fazer”, diz Sanches.

Melhorias na estrutura do Bloco Cirúrgico permitiram a ampliação dos atendimentos. “O aumento do número de cirurgias foi possível graças à chegada de duas novas modernas mesas cirúrgicas, dois novos carrinhos de anestesia, a adequação de uma nova sala cirúrgica, tudo isso aliado à otimização das atividades no centro cirúrgico, adequações técnicas e maior pontualidade para início das cirurgias”, cita o vice-reitor da UEPG, professor Everson Krum.

Ele destaca ainda a eficiência das equipes de apoio, como a equipe de higienização das salas, que trabalha para deixar as salas limpas no menor tempo possível para o início do próximo procedimento. Outra melhoria recente para o Bloco Cirúrgico foi a instalação de novas torneiras para higienização das mãos, permitindo a mínima contaminação após a realização da antissepsia, que é a limpeza das mãos e braços da equipe cirúrgica no preparo pré-operatório.

“Este aumento de cirurgias ocorreu sem que se esquecesse a Segurança do Paciente, que se preocupa com a identificação correta do paciente e do procedimento a ser realizado. É o HU consolidando cada vez mais sua participação na saúde dos Campos Gerais”, comemora Krum. Todos os atendimentos do Hospital Universitário da UEPG são por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Do total de cirurgias em 2019, foram 1.021 procedimentos de urgência, 2.990 cirurgias eletivas (tratamentos cirúrgicos que podem ser agendados para a melhor data, após a realização de exames) e 1.371 semi-eletivas. Dentre as especialidades, o maior número de procedimentos foi realizado pela Ortopedia (1.784 procedimentos) e Cirurgia Geral (1.339). Também foram realizadas cirurgias de diversas especialidades: Cirurgia Vascular, Otorrinolaringologia, Cirurgia Pediátrica, Neurocirurgias, Bucomaxilofacial, Gastroenterologia, Ginecologia, Plástica Reconstrutora, Urologia, Cirurgia Torácica, Oncologia, Mastologia e Proctologia.

A diretora geral do Hospital Universitário, Luciane Andreani Cabral, ressalta a vocação do hospital em atender traumas e procedimentos de urgência e emergência. “O aumento no número de cirurgias ocorreu mesmo em um cenário de dificuldades, em que foi necessário fazer ajustes internos para atender à demanda crescente de atendimentos do SUS e também absorver parte dos procedimentos de emergência em neurocirurgia da região”.

Também contribuíram para a agilidade dos atendimentos os mutirões, que são uma medida de incentivo à diminuição da fila de espera dos pacientes por cirurgias eletivas pelo SUS. Nesse formato, a equipe cirúrgica é dobrada e são preparadas de duas a três salas por especialidade. “Enquanto a equipe médica inicia a cirurgia em uma das salas, outra sala já é preparada, com o material cirúrgico organizado, disposição da equipe de instrumentadores e circulantes e posicionamento do paciente na mesa cirúrgica”, conta Caroline. (Com assessoria)


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